O Simples Nacional é o melhor regime para a sua empresa? Veja as vantagens, as desvantagens e os casos em que outro regime pode pagar menos imposto.
O Simples Nacional é o regime tributário mais usado por pequenas e médias empresas no Brasil — e por bons motivos. Mas ele não é automaticamente o mais barato para todo mundo. Veja o que pesa dos dois lados.
As vantagens
- Menos burocracia: vários tributos (IRPJ, CSLL, PIS, Cofins, ISS/ICMS, CPP) reunidos em uma guia única, o DAS.
- Alíquotas menores no começo: para faturamentos mais baixos, a carga costuma ser competitiva.
- Folha mais leve: em muitos casos, a contribuição patronal sobre a folha é simplificada.
- Facilidade de gestão: obrigações acessórias mais enxutas do que nos outros regimes.
As desvantagens (que pouca gente conta)
- Teto de faturamento: o limite é de R$ 4,8 milhões/ano. Passou, precisa migrar de regime.
- Fator R: empresas de serviço podem cair no Anexo V (alíquotas maiores) se a folha/pró-labore for baixa em relação ao faturamento.
- Nem sempre é o mais barato: dependendo da margem e da atividade, o Lucro Presumido pode pagar menos.
- Sublimites e atividades vedadas: algumas atividades não podem optar, e há sublimites estaduais de ICMS/ISS.
Então, quando o Simples compensa?
Compensa quando a sua empresa está dentro do limite, tem uma atividade elegível e — principalmente — quando o enquadramento é bem feito (anexo certo, Fator R ajustado). É aí que mora a economia (ou o desperdício).
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A conta que vale a pena fazer
A única forma de saber se o Simples é o melhor caminho para você é comparar os regimes com os seus números reais. Um erro de enquadramento pode fazer você pagar imposto a mais por anos.
Na SRJ, isso faz parte do nosso planejamento tributário: analisamos seu caso e mostramos, com números, qual regime deixa mais dinheiro no seu caixa — dentro da lei.
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